sábado, 13 de março de 2010

Interrompemos, de novo, a programação

Pensando bem, um Fantástico Mundo tem várias coisas acontecendo, em conjunto, paralelo, sei lá o ângulo de ocorrência...

Mas pensei cá comigo que a vida é um grande jogo da memória, com peças infinitas.

Para ganhar depende da sua habilidade de manter o pensamento alinhado ao que pensou, de fato, ou deixar-se levar por outras lembranças que sua memória é capaz de trazer.

É como ler um livro, parar, olhar pro horizonte, viajar no tempo, voltar e dizer: "Puxa, onde parei, mesmo?!"

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Ao grande pequeno amor da minha vida!

Hoje foi meu aniversário, ou melhor, a essa altura já tenho que dizer ontem. 13/93, sábado.
A entrada para o 2.8, com coisas que nem poderia chamar de tão fortes, mas mudanças acontecendo.
O negócio é que mudanças trazem coisas novas, e eu... bem, quem me conhece sabe, eu tenho medo do novo.
O que você já conheço, por mais monótono que seja, é mais confortável. Não precisa mais do 'oi, tudo bem? qual seu nome'... e uma série de coisas novas que vêm com esse diálogo.
Mas o assunto aqui hoje é meu niver.
Foi-se o tempo em que reunia turmas e turmas, e meu telefone não parava de tocar. As pessoas se lembravam mais e eu curtia mais, também.
Agora não, passei o dia inteiro e não recebi nenhuma ligação desejando parabéns, felicidade... agora é tudo via orkut, não tem mais o mesmo afeto...
Sem contar os meus pais. Poxa, eu sou pisciana, carinhosa, sensível... eles sabem o quanto me deixa triste não ser lembrada, não receber uma demonstração de carinho especial, neste dia, ao menos.
Acordei, minha mãe, na sala, pra variar... num ânimo que quando olhei voltei pra cama. Não queria dormir, não queria deitar...
Meu pai foi pras reuniões dele...
vai ver o que tem pra almoçar, pensa que tinha algo de especial? Que nada... ficam aí a semana toda e não daria pra pensar 'puxa, a Sheyna gosta tanto disso, vou fazer no aniversário dela...'
Imagina, pra quê?!
Olha, graças a Deus que tenho a Livinha... que demonstração de amor, inteligência, agilidade... nossa! Fez desenho, me acordou com beijos, e eu triste pq ninguém havia ligado ainda, nem meus tios, nem meu pai tinha vindo dar um abraço, nada... e eu não estava dormindo, eu estava triste, apenas isso...
Acreditem ou não, ela pegou o telefone, ligou pra minha tia, sim, ela decorou o número completo já, e falou 'tia, hoje é aniversário da minha mãe, ninguém fez nada de especial pra ela, a Lu só fica deitada no sofá, meu vô sei lá... e ela tá triste!"...
Olha, salvou meu dia! Conversando com minha tia, expliquei, chorei, desabafei, ela mesmo não havia ligado ainda... 'ah me distraí conversando com a vizinha'...
De repente você se sente TÃO importante... nossa...
Bem, aí ela resolveu passar em casa, nos buscou e levou a uma churrascaria bem gostosa, chamada Bella Rio, rente à Marginal Tietê.
Depois, a muito contra=gosto, meu pai buscou um bolo, pq minha tia falou pra ele ir, claro, pra quê iniciativa...aí cantamos um parabéns fajuto, sem felcilidade, pois o meu dia já tinha sido triste, embora tenhamos almoçado... Esperavam que EU preparasse tudo... comida, bolo, bexigas e etc?
Eu sou super solícita para essas coisas...adoro preparar surpresas, prestar homenagens, demonstrar amor, carinho... não gosto de deixar passar em branco os momentos comemoráveis.
Ainda mais na fase pela qual passo, acho que um pouco mais de sensibilidade para comigo, não seria nada mal.
Mas enfim, o dia acabou, graças a Deus, e eu só tenho a agradecer a Livinha, e a dedicar a ela todo o meu amor.
Até pq não tenho grandes expectativas com relação a outros tipos de amor...
É tempo de virar páginas. Algumas de papel, outras de aço, ferro, e aí vai.
Vou repensar em ficar indo em aniversários e me preocupar com os outros, já que ninguém o fez por mim...
Quem sabe o ano que vem não consiga pegar a Livinha e viajar, de presente de aniversário para mim e a ela, a grande merecedora do Oscar de melhor filha do mundo!
Bem, não posso deixar de agradecer, por fim, a minha tia, que ajudou a Livinha concretizar o que queria, claro. Mas a magnitude está em ela ter apenas 04 anos, mas tamanha sabedoria.
É fantástico, e não é global, é meu! Apesar que um dia também será Global...izada...
Beijos, agora com 28

sexta-feira, 12 de março de 2010

Interrompemos a programação para...

Bom dia Bloguinho... não o divulgo, não o atualizo sempre, não atraio muitos leitores, mas tem sido bom vir aqui escrever. Haja visto que sempre gostei de fazer isso e, particularmente, com certa propriedade.

Mas o engraçado é que, atualmente, ando escrevendo mesmo sem caneta, papel, lápis. Utilizo recursos abstratos para escrever uma história... como um trem que quando tem de passar, passa, não pára para esperar alguém passar por ele, minhas idéias quando surgem vêm e não consigo e nem tento bloqueá-las. Piuíi...

Simplesmente, olho para alguém, penso em alguma coisa engraçada e começo a pensar em toooda uma história.

Hoje montei uma que dá para um bom livro, ou melhor, filme.

É sobre a Gina e Jimmy. Uma mulher, na fase começando a ser mulher e um carinha, que ainda não se encontra em posição de homem, honrado, com caracterísitcas visíveis de adolescente, já saindo da fase de ser de fato. Ela, competente e experiente. Ele, começando a somar sua bagagem. Ele sente ciúmes, inveja da capacidade que ela exala. Ela não se deixa abater. Muita responsabilidade, dedicação, a levam a graves problemas de saúde e um afastamento. Ele tem a oportunidade de ocupar o seu lugar. Ela, com a gerência prometida. Ele, abaixo dela, hierarquicamente, tem a oportunidade de ultrapassá-la. Ela se afasta, viaja, soma ainda mais cultura e peso a sua bagagem. Ele batalha, se esforça para gerar bons resultados, e consegue, à medida do possível, do desenvolvimento. Ela retorna, ele se sente ameaçado. Ela recebe proposta de cargo ainda mais importante, e ele quase explode. Mas ela aceita proposta independente, e sai do caminho dele, mas ele ainda sente inveja do posto que ela ocupa, e de sua competência tão admirada. Ela, com toda a responsabilidade de mulher moderna, não olha para os lados, não se permite envolver, diz que não há tempo para as tolices que as paixonites inventam para nossas vidas. Mas um dia, ela é surpreendida pelo destino. Recebe flores anônimas, de alguém tão inteligente quanto ela. Vê-se pela escolha das flores, caligrafia e conteúdo do cartão. "Você é linda, mas tem uma muralha ou alarme que se dispara quando alguém se aproxima. Como uma obra de arte num grande e famoso museu. Ajuda-me a decifrar o seu Código Da Vinci."
Ela se espanta, como ousa alguém a invadir minha paz, minha solidão, deixar tantas perguntas e conflitos em meus pensamentos? Quem é esta pessoa? Pessoa esta que se aproxima, dá um leve toque, afinal é um gentleman, e não do povo, que dá aqueles cutucões que ninguém gosta de receber. "Moça, estou com pressa, afinal amanhã tenho um dia cheio. Mas não pude embora sem identificar-me, afinal, quem escolhe e presenteia com flores tão belas como estas, não pode se esconder atrás de um muro. Mas é só isso. Se estiver disposta a ajudar-me, tens aqui o meu cartão. Se não tiver coragem de telefonar, com medo de ouvir a minha voz, pode me escrever. Ou pode sumir também. Como queira. Só não jogue as flores no lixo, se ficar com raiva de minha ousadia, repasse a alguém, certamente qualquer outra mulher gostaria de ser o alvo de algo tão belo.". E foi embora. Ela, estática, nenhum movimento, nenhuma palavra, até emitir: 'uma dose de whisky, por favor. Aliás, uma não, duas!".

Parei por aí, não planejei o fim desta história, ela veio somente até aí. Se ela entra em contato com ele ou não, eu não sei. Mas sei que o Jimmy tem de surgir em algum momento desta história. E ele não sabe escolher flores e palavras tão elegantes quanto ao cavalheiro.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Meu Fantático Mundo das desilusões

Tem gente que não gosta, sofre simplesmente... eu não.
Quando sinto que mais uma etapa da minha vida está entrando ou saindo, provocando dor, sofrimentos leves, outros mais fortes, eu sinto a dor, sim, mas sinto uma satisfação quando respiro e falo, ok, ok, você vai crescer mais um pouquinho com isso.

Esses dias têm feito isso comigo.

Sei que estendo histórias looongas, prolongadas por mim, nenhuma definitiva, nenhuma que agregue valor a minha vida. Todas só por estar com alguém, pensar em alguém... claro, fora a paixão platônica. Esse parece ser meu assunto dominante.

Mas só dnesses últimos dois dias, duas histórias estão indo embora, e eu me sinto vazia por não tê-las mais, senti-las no passado.

Estou triste, embora feliz, pela vinda de uma nova fase, e se Deus quiser, com coisas boas, e NOVAS, pelo amor! Chega de viver de passado. Quero viver o agora, inspirado no amanhã.

sábado, 6 de março de 2010

Preguiça ou...

Desde que passei pelas filmagens do Esquadrão da Moda, e então aguardamos aflitos (numa aflição boa), a confirmação da data de exibição, a mágica de ter vivido aquilo e poder respoder SIM, é tudo verdade, quando me perguntavam... Venho somando motivos para alimentar meu blog/desabafo.

Mas, não é preguiça, só que também não sei o que é... que te faz ter vontade, mas adiar, adiar... você ferver em idéias ótimas, mas colocar um pano grosso por cima, como quem está prestes a preparar uma boa coalhada caseira...

Enfim. 2009 foi um grande ano, de conquistas e reconquistas.

2010, com sua dureza, começou com Angra dos Reis e a natureza reagindo aos absurdos humanos, com toda a razão! Depois passou por momentos ótimos, como no Spa e Ilha Bela, e aí veio a reviravolta, o voltar a procurar emprego, voltar a se questionar... rever os seus conceitos. O pior e o melhor é que você ganha experiência. E eu gosto de sentí-la rasgando à pele, embora possa não parecer. Dói, arde, mas dá orgulho, mais adiante, quando você pode olhar para trás e dizer a si mesmo: "Bobinha... para quê tanto desespero?! tsc tsc tsc".

Por último, amo a reciprocidade de alguns amigos. AMO! E agradeço a Deus por isso, e por eles. Aliás, foi por alguns deles, os melhores, que fui ao Esquadrão, que SIM, é uma coisa muito boa!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

New Sensation

Opa, não tem nada a ver com a música do INXS, nem com comercial.

Tem a ver com a sensação que trago comigo.

Me sinto um pouco mais gente, um pouco mais como os outros.

Não que eu queira ser igual, ou comum, pois não sou, ninguém é - ao menos não igual -, mas sabe aquela coisa de ter um trabalho, fixo, estar aprendendo, conhecendo pessoas, legais ou não, umas mais outras menos, mas fazendo com que TUDO, o que é bom, ruim e nem tão um quanto outro, seja bom e especial.

Opa, bora lá pra festa da Fluir, falando nisso. Pachá!! Oh!! Té parece... kk

bjinhos vazios