Hoje foi meu aniversário, ou melhor, a essa altura já tenho que dizer ontem. 13/93, sábado.
A entrada para o 2.8, com coisas que nem poderia chamar de tão fortes, mas mudanças acontecendo.
O negócio é que mudanças trazem coisas novas, e eu... bem, quem me conhece sabe, eu tenho medo do novo.
O que você já conheço, por mais monótono que seja, é mais confortável. Não precisa mais do 'oi, tudo bem? qual seu nome'... e uma série de coisas novas que vêm com esse diálogo.
Mas o assunto aqui hoje é meu niver.
Foi-se o tempo em que reunia turmas e turmas, e meu telefone não parava de tocar. As pessoas se lembravam mais e eu curtia mais, também.
Agora não, passei o dia inteiro e não recebi nenhuma ligação desejando parabéns, felicidade... agora é tudo via orkut, não tem mais o mesmo afeto...
Sem contar os meus pais. Poxa, eu sou pisciana, carinhosa, sensível... eles sabem o quanto me deixa triste não ser lembrada, não receber uma demonstração de carinho especial, neste dia, ao menos.
Acordei, minha mãe, na sala, pra variar... num ânimo que quando olhei voltei pra cama. Não queria dormir, não queria deitar...
Meu pai foi pras reuniões dele...
vai ver o que tem pra almoçar, pensa que tinha algo de especial? Que nada... ficam aí a semana toda e não daria pra pensar 'puxa, a Sheyna gosta tanto disso, vou fazer no aniversário dela...'
Imagina, pra quê?!
Olha, graças a Deus que tenho a Livinha... que demonstração de amor, inteligência, agilidade... nossa! Fez desenho, me acordou com beijos, e eu triste pq ninguém havia ligado ainda, nem meus tios, nem meu pai tinha vindo dar um abraço, nada... e eu não estava dormindo, eu estava triste, apenas isso...
Acreditem ou não, ela pegou o telefone, ligou pra minha tia, sim, ela decorou o número completo já, e falou 'tia, hoje é aniversário da minha mãe, ninguém fez nada de especial pra ela, a Lu só fica deitada no sofá, meu vô sei lá... e ela tá triste!"...
Olha, salvou meu dia! Conversando com minha tia, expliquei, chorei, desabafei, ela mesmo não havia ligado ainda... 'ah me distraí conversando com a vizinha'...
De repente você se sente TÃO importante... nossa...
Bem, aí ela resolveu passar em casa, nos buscou e levou a uma churrascaria bem gostosa, chamada Bella Rio, rente à Marginal Tietê.
Depois, a muito contra=gosto, meu pai buscou um bolo, pq minha tia falou pra ele ir, claro, pra quê iniciativa...aí cantamos um parabéns fajuto, sem felcilidade, pois o meu dia já tinha sido triste, embora tenhamos almoçado... Esperavam que EU preparasse tudo... comida, bolo, bexigas e etc?
Eu sou super solícita para essas coisas...adoro preparar surpresas, prestar homenagens, demonstrar amor, carinho... não gosto de deixar passar em branco os momentos comemoráveis.
Ainda mais na fase pela qual passo, acho que um pouco mais de sensibilidade para comigo, não seria nada mal.
Mas enfim, o dia acabou, graças a Deus, e eu só tenho a agradecer a Livinha, e a dedicar a ela todo o meu amor.
Até pq não tenho grandes expectativas com relação a outros tipos de amor...
É tempo de virar páginas. Algumas de papel, outras de aço, ferro, e aí vai.
Vou repensar em ficar indo em aniversários e me preocupar com os outros, já que ninguém o fez por mim...
Quem sabe o ano que vem não consiga pegar a Livinha e viajar, de presente de aniversário para mim e a ela, a grande merecedora do Oscar de melhor filha do mundo!
Bem, não posso deixar de agradecer, por fim, a minha tia, que ajudou a Livinha concretizar o que queria, claro. Mas a magnitude está em ela ter apenas 04 anos, mas tamanha sabedoria.
É fantástico, e não é global, é meu! Apesar que um dia também será Global...izada...
Beijos, agora com 28
Meu 'fabuloso' mundo de histórias, paixões, revoltas, reflexões do dia-a-dia. Um misto de Amelie Poulain, Bobby e eu mesma! Porque sim, eu imagino as coisas como elas são ou deveriam ser! Com algumas flores e acessórios extras.
Mostrando postagens com marcador Sentir a falta dos amigos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sentir a falta dos amigos. Mostrar todas as postagens
sábado, 13 de março de 2010
domingo, 29 de março de 2009
Tristeza não tem fim...felicidade sim
Está aí uma grande verdade.
Pelo menos a sensação da minha vida é assim. Ontem, fui na Trash, foi legal... ainda que meu pé tenha doído e eu jurado lembrar-me, numa próxima, de ir mais a vontade em um lugar como este... de jeans, sem salto, pra pular muito... o que fiz qdo descobri que podia ficar descalça! kkk
Bem, hoje eu já fiquei triste de novo, na vdde não é nem de novo, é que minha vida não está boa em nenhuma das vertentes em que poderia, então, vc faz pausas pra sorrir em momentos legais, engraçados, mas sua vida em si, continua a mesma de antes de vc sorrir.
Hoje passei com meus pais em frente aos bares da vila Madalena. Lotados. Cheia de rodinhas de amigos. Pessoas jovens, bonitas... me perguntei... como se faz para ter rodinhas como estas? Eu adoraria estar ali, mas não sozinha... ter alguém...mas pra ir sozinha, ou em duas até, ficar lembrando da vida chatinha não tem graça... tem graça vê-los sorrindo, curtindo, dançando, aproveitando o climinha bom de uma tarde de domingo.
Como se faz pra não ser tão sozinha como me sinto. Se uma ou duas pessoas não estão dispostas a sair comigo, meu leque de opções se acaba! E eu me lembro das tantas vezes que já fui ou fiquei sozinha em baladas, barzinhos, trabalhos... e me lembro que a história de parecer sempre procurar algo, tem a ver com tudo isso.
Pra finalizar, minha filhinha me tratando muito mal, e eu tenho vontade de sumir, as vezes. O que não faria ou farei pois já tenho um histórico em família, que vivi na prórpia pele. Mas que a vontade fica e dói, rasga, queima, pois não passa de dor, de vontade de que as coisas fossem melhores, mais suaves, e que os momentos fossem mais doces e alegres.
Choro em pensar que, se eu morresse amanã, as pessoas não poderiam dizer 'é! pelo menos ela morreu feliz! uma pessoa que estava sempre alegre, né? ou... essa aproveitou a vida até o último fio.
Que vontade de chorar... mas isso não resolve nada...
Meu blog é um exemplo da minha solidão.
Pelo menos a sensação da minha vida é assim. Ontem, fui na Trash, foi legal... ainda que meu pé tenha doído e eu jurado lembrar-me, numa próxima, de ir mais a vontade em um lugar como este... de jeans, sem salto, pra pular muito... o que fiz qdo descobri que podia ficar descalça! kkk
Bem, hoje eu já fiquei triste de novo, na vdde não é nem de novo, é que minha vida não está boa em nenhuma das vertentes em que poderia, então, vc faz pausas pra sorrir em momentos legais, engraçados, mas sua vida em si, continua a mesma de antes de vc sorrir.
Hoje passei com meus pais em frente aos bares da vila Madalena. Lotados. Cheia de rodinhas de amigos. Pessoas jovens, bonitas... me perguntei... como se faz para ter rodinhas como estas? Eu adoraria estar ali, mas não sozinha... ter alguém...mas pra ir sozinha, ou em duas até, ficar lembrando da vida chatinha não tem graça... tem graça vê-los sorrindo, curtindo, dançando, aproveitando o climinha bom de uma tarde de domingo.
Como se faz pra não ser tão sozinha como me sinto. Se uma ou duas pessoas não estão dispostas a sair comigo, meu leque de opções se acaba! E eu me lembro das tantas vezes que já fui ou fiquei sozinha em baladas, barzinhos, trabalhos... e me lembro que a história de parecer sempre procurar algo, tem a ver com tudo isso.
Pra finalizar, minha filhinha me tratando muito mal, e eu tenho vontade de sumir, as vezes. O que não faria ou farei pois já tenho um histórico em família, que vivi na prórpia pele. Mas que a vontade fica e dói, rasga, queima, pois não passa de dor, de vontade de que as coisas fossem melhores, mais suaves, e que os momentos fossem mais doces e alegres.
Choro em pensar que, se eu morresse amanã, as pessoas não poderiam dizer 'é! pelo menos ela morreu feliz! uma pessoa que estava sempre alegre, né? ou... essa aproveitou a vida até o último fio.
Que vontade de chorar... mas isso não resolve nada...
Meu blog é um exemplo da minha solidão.
Marcadores:
amigos,
Sentir a falta dos amigos,
solidão,
Trash,
vontade de chorar
Assinar:
Postagens (Atom)