Bom dia Bloguinho... não o divulgo, não o atualizo sempre, não atraio muitos leitores, mas tem sido bom vir aqui escrever. Haja visto que sempre gostei de fazer isso e, particularmente, com certa propriedade.
Mas o engraçado é que, atualmente, ando escrevendo mesmo sem caneta, papel, lápis. Utilizo recursos abstratos para escrever uma história... como um trem que quando tem de passar, passa, não pára para esperar alguém passar por ele, minhas idéias quando surgem vêm e não consigo e nem tento bloqueá-las. Piuíi...
Simplesmente, olho para alguém, penso em alguma coisa engraçada e começo a pensar em toooda uma história.
Hoje montei uma que dá para um bom livro, ou melhor, filme.
É sobre a Gina e Jimmy. Uma mulher, na fase começando a ser mulher e um carinha, que ainda não se encontra em posição de homem, honrado, com caracterísitcas visíveis de adolescente, já saindo da fase de ser de fato. Ela, competente e experiente. Ele, começando a somar sua bagagem. Ele sente ciúmes, inveja da capacidade que ela exala. Ela não se deixa abater. Muita responsabilidade, dedicação, a levam a graves problemas de saúde e um afastamento. Ele tem a oportunidade de ocupar o seu lugar. Ela, com a gerência prometida. Ele, abaixo dela, hierarquicamente, tem a oportunidade de ultrapassá-la. Ela se afasta, viaja, soma ainda mais cultura e peso a sua bagagem. Ele batalha, se esforça para gerar bons resultados, e consegue, à medida do possível, do desenvolvimento. Ela retorna, ele se sente ameaçado. Ela recebe proposta de cargo ainda mais importante, e ele quase explode. Mas ela aceita proposta independente, e sai do caminho dele, mas ele ainda sente inveja do posto que ela ocupa, e de sua competência tão admirada. Ela, com toda a responsabilidade de mulher moderna, não olha para os lados, não se permite envolver, diz que não há tempo para as tolices que as paixonites inventam para nossas vidas. Mas um dia, ela é surpreendida pelo destino. Recebe flores anônimas, de alguém tão inteligente quanto ela. Vê-se pela escolha das flores, caligrafia e conteúdo do cartão. "Você é linda, mas tem uma muralha ou alarme que se dispara quando alguém se aproxima. Como uma obra de arte num grande e famoso museu. Ajuda-me a decifrar o seu Código Da Vinci."
Ela se espanta, como ousa alguém a invadir minha paz, minha solidão, deixar tantas perguntas e conflitos em meus pensamentos? Quem é esta pessoa? Pessoa esta que se aproxima, dá um leve toque, afinal é um gentleman, e não do povo, que dá aqueles cutucões que ninguém gosta de receber. "Moça, estou com pressa, afinal amanhã tenho um dia cheio. Mas não pude embora sem identificar-me, afinal, quem escolhe e presenteia com flores tão belas como estas, não pode se esconder atrás de um muro. Mas é só isso. Se estiver disposta a ajudar-me, tens aqui o meu cartão. Se não tiver coragem de telefonar, com medo de ouvir a minha voz, pode me escrever. Ou pode sumir também. Como queira. Só não jogue as flores no lixo, se ficar com raiva de minha ousadia, repasse a alguém, certamente qualquer outra mulher gostaria de ser o alvo de algo tão belo.". E foi embora. Ela, estática, nenhum movimento, nenhuma palavra, até emitir: 'uma dose de whisky, por favor. Aliás, uma não, duas!".
Parei por aí, não planejei o fim desta história, ela veio somente até aí. Se ela entra em contato com ele ou não, eu não sei. Mas sei que o Jimmy tem de surgir em algum momento desta história. E ele não sabe escolher flores e palavras tão elegantes quanto ao cavalheiro.
Meu 'fabuloso' mundo de histórias, paixões, revoltas, reflexões do dia-a-dia. Um misto de Amelie Poulain, Bobby e eu mesma! Porque sim, eu imagino as coisas como elas são ou deveriam ser! Com algumas flores e acessórios extras.
sexta-feira, 12 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Meu Fantático Mundo das desilusões
Tem gente que não gosta, sofre simplesmente... eu não.
Quando sinto que mais uma etapa da minha vida está entrando ou saindo, provocando dor, sofrimentos leves, outros mais fortes, eu sinto a dor, sim, mas sinto uma satisfação quando respiro e falo, ok, ok, você vai crescer mais um pouquinho com isso.
Esses dias têm feito isso comigo.
Sei que estendo histórias looongas, prolongadas por mim, nenhuma definitiva, nenhuma que agregue valor a minha vida. Todas só por estar com alguém, pensar em alguém... claro, fora a paixão platônica. Esse parece ser meu assunto dominante.
Mas só dnesses últimos dois dias, duas histórias estão indo embora, e eu me sinto vazia por não tê-las mais, senti-las no passado.
Estou triste, embora feliz, pela vinda de uma nova fase, e se Deus quiser, com coisas boas, e NOVAS, pelo amor! Chega de viver de passado. Quero viver o agora, inspirado no amanhã.
Quando sinto que mais uma etapa da minha vida está entrando ou saindo, provocando dor, sofrimentos leves, outros mais fortes, eu sinto a dor, sim, mas sinto uma satisfação quando respiro e falo, ok, ok, você vai crescer mais um pouquinho com isso.
Esses dias têm feito isso comigo.
Sei que estendo histórias looongas, prolongadas por mim, nenhuma definitiva, nenhuma que agregue valor a minha vida. Todas só por estar com alguém, pensar em alguém... claro, fora a paixão platônica. Esse parece ser meu assunto dominante.
Mas só dnesses últimos dois dias, duas histórias estão indo embora, e eu me sinto vazia por não tê-las mais, senti-las no passado.
Estou triste, embora feliz, pela vinda de uma nova fase, e se Deus quiser, com coisas boas, e NOVAS, pelo amor! Chega de viver de passado. Quero viver o agora, inspirado no amanhã.
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sábado, 6 de março de 2010
Preguiça ou...
Desde que passei pelas filmagens do Esquadrão da Moda, e então aguardamos aflitos (numa aflição boa), a confirmação da data de exibição, a mágica de ter vivido aquilo e poder respoder SIM, é tudo verdade, quando me perguntavam... Venho somando motivos para alimentar meu blog/desabafo.
Mas, não é preguiça, só que também não sei o que é... que te faz ter vontade, mas adiar, adiar... você ferver em idéias ótimas, mas colocar um pano grosso por cima, como quem está prestes a preparar uma boa coalhada caseira...
Enfim. 2009 foi um grande ano, de conquistas e reconquistas.
2010, com sua dureza, começou com Angra dos Reis e a natureza reagindo aos absurdos humanos, com toda a razão! Depois passou por momentos ótimos, como no Spa e Ilha Bela, e aí veio a reviravolta, o voltar a procurar emprego, voltar a se questionar... rever os seus conceitos. O pior e o melhor é que você ganha experiência. E eu gosto de sentí-la rasgando à pele, embora possa não parecer. Dói, arde, mas dá orgulho, mais adiante, quando você pode olhar para trás e dizer a si mesmo: "Bobinha... para quê tanto desespero?! tsc tsc tsc".
Por último, amo a reciprocidade de alguns amigos. AMO! E agradeço a Deus por isso, e por eles. Aliás, foi por alguns deles, os melhores, que fui ao Esquadrão, que SIM, é uma coisa muito boa!
Mas, não é preguiça, só que também não sei o que é... que te faz ter vontade, mas adiar, adiar... você ferver em idéias ótimas, mas colocar um pano grosso por cima, como quem está prestes a preparar uma boa coalhada caseira...
Enfim. 2009 foi um grande ano, de conquistas e reconquistas.
2010, com sua dureza, começou com Angra dos Reis e a natureza reagindo aos absurdos humanos, com toda a razão! Depois passou por momentos ótimos, como no Spa e Ilha Bela, e aí veio a reviravolta, o voltar a procurar emprego, voltar a se questionar... rever os seus conceitos. O pior e o melhor é que você ganha experiência. E eu gosto de sentí-la rasgando à pele, embora possa não parecer. Dói, arde, mas dá orgulho, mais adiante, quando você pode olhar para trás e dizer a si mesmo: "Bobinha... para quê tanto desespero?! tsc tsc tsc".
Por último, amo a reciprocidade de alguns amigos. AMO! E agradeço a Deus por isso, e por eles. Aliás, foi por alguns deles, os melhores, que fui ao Esquadrão, que SIM, é uma coisa muito boa!
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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
New Sensation
Opa, não tem nada a ver com a música do INXS, nem com comercial.
Tem a ver com a sensação que trago comigo.
Me sinto um pouco mais gente, um pouco mais como os outros.
Não que eu queira ser igual, ou comum, pois não sou, ninguém é - ao menos não igual -, mas sabe aquela coisa de ter um trabalho, fixo, estar aprendendo, conhecendo pessoas, legais ou não, umas mais outras menos, mas fazendo com que TUDO, o que é bom, ruim e nem tão um quanto outro, seja bom e especial.
Opa, bora lá pra festa da Fluir, falando nisso. Pachá!! Oh!! Té parece... kk
bjinhos vazios
Tem a ver com a sensação que trago comigo.
Me sinto um pouco mais gente, um pouco mais como os outros.
Não que eu queira ser igual, ou comum, pois não sou, ninguém é - ao menos não igual -, mas sabe aquela coisa de ter um trabalho, fixo, estar aprendendo, conhecendo pessoas, legais ou não, umas mais outras menos, mas fazendo com que TUDO, o que é bom, ruim e nem tão um quanto outro, seja bom e especial.
Opa, bora lá pra festa da Fluir, falando nisso. Pachá!! Oh!! Té parece... kk
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
Novidade na área
Quem diria... eu usando positivamente um dito popular como:
"Antes tarde do que nunca!"
Pois é, 5 anos após formada, quando láaaa atrás foquei em seguir na área de mídia, fiz cursos e etc, mas nada de conseguir entrar, quem diria que, mesmo com esse 'pequeno' atraso - já que muitos dizem 'tudo tem sua hora certa' -, tardou, mas chegou! Graças a Deus!
Espero que esta felicidade dure um tempinho suficiente para ir evoluindo na carreira, e na vida pessoal tb, claro!
Mas estou feliz com a boa nova, e repensando!
(www.repensecomunicacao.com.br)
Bjinhosss
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
VERGONHA ALHEIA!!
Vergonha alheia é um termo que aprendi com uma amiga, quando uma fulaninha resolveu dar um pití no palco de um videokê, pois iria cantar alguma das agudíssimas músicas de Mariah Carey e não tinha retorno! Tadiiinha! Helloo, avisa pra ela que é só um videokê e que ela mais se achava do que cumpria, viu? Experiência de 10 anos de coral, pelo menos isso, né?!
Bem, e pra falar em vergonha alheia ao cantar, trago o exemplo de Vanusa! Que horror! (lembro de Arlindo Grund falando, oooh fofíssimo e chiquérrimo!)
Agora, este absurdo vai contra a segurança de um lazer seguro, a sociedade, pois poderia e pode acontecer com qualquer um, não só com a Vanusa (kkk)...
O autor Cristiano Marinho, que confesso não conhecer até então, porém fiquei chocada ainda assim, com a brutalidade do caso... vejam como ele ficou, após uma noite de diversão na A Loca!! Eu ía até postar a foto aqui, mas é só ir no link! Coitado! Espero uma rápida recuperação e que seja feita justiça!! Eu já tinha ouvido falar que a boate iria fechar porque a vizinhança estava implicando com o barulho... acho que têm motivos mais sérios agora, não?!! E de quebra me interessei por ler um de seus livros, Kizzy!!
Gente, e a esperança de paz, onde fica??
Bem, e pra falar em vergonha alheia ao cantar, trago o exemplo de Vanusa! Que horror! (lembro de Arlindo Grund falando, oooh fofíssimo e chiquérrimo!)
Agora, este absurdo vai contra a segurança de um lazer seguro, a sociedade, pois poderia e pode acontecer com qualquer um, não só com a Vanusa (kkk)...
O autor Cristiano Marinho, que confesso não conhecer até então, porém fiquei chocada ainda assim, com a brutalidade do caso... vejam como ele ficou, após uma noite de diversão na A Loca!! Eu ía até postar a foto aqui, mas é só ir no link! Coitado! Espero uma rápida recuperação e que seja feita justiça!! Eu já tinha ouvido falar que a boate iria fechar porque a vizinhança estava implicando com o barulho... acho que têm motivos mais sérios agora, não?!! E de quebra me interessei por ler um de seus livros, Kizzy!!
Gente, e a esperança de paz, onde fica??
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