Mostrando postagens com marcador povo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador povo. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de maio de 2010

É por aí...

iquei com preguiça de atualizar o Blog, mas boa parte pela inércia do momento.

Sabe o TurboDrop, ou esses brinquedos de parques de diversões que são uns elevadores? Então, quando as cabines chegam lá em cima, você primeiro ouve um barulho, e em questão de segundos, as cabines se desprendem, caindo, e então soam os gritos: AAaaaaaaaahhhhhhh!! Os segundos que você espera, embora rapidinhos, parecem intermináveis. Diz a lenda que você deve contar até 4 e é o tempo do brinquedo disparar. Mas o negócio é que venho sentindo minha vida como uma destas cabines. Eu já ouvi o barulhinho que faz, mas ainda não deslanchei.

As pessoas dizem: "Você deve acreditar em você!"

Mas eu acredito! Eu acredito em mim, em meu potencial, em minhas idéias, eu posso ser meio ou completamente doidinha, mas se é pra pensar sério e direito, opa, vamos lá. Minha imaginação é boa para elaborar projetos, etc, etc. Me anulo muito, mas eu sei que conheço meu potencial e acredito nele. Tanto que insisto, caso contrário já teria entregado os pontos.

Bem, esta semana acabei indo à virada cultural. Não tinha programado, e nem pretendo fazê-lo no próximo ano. Não esperava coisas boas não, e também não posso falar muito, pois briga mesmo vi apenas uma, pequena, que graças a Deus logo foi encerrada e não nos atingiu. Mas a deprimência está nas pessoas, no que se vê. Como fazer um evento destes, aberto à toda população, gratuito, ser mais civilizado?! Puxa, tarefa difícil.

As pessoas reclamam que não têm acesso à cultura, mas aí quando têm a oportunidade, para acessá-la têm de destruir a cidade! Mas e aí?! Na segunda-feira não têm mais acesso à cultura, e a cidade fica ainda mais prejudicada! Então, que não se tenha acesso à cultura, oras! Não sabe ter, não tenha! Não acho que as pessoas não possam jogar seus lixos nos lixos. Vimos um carro todo amarrotado. Pow, pra quê?! E ainda um morador de rua caindo, com seu saco de coisas, latas, lixo... um rapaz foi ajudá-o a levantar e o olhar que eu vi, embora meus amigos tenham dito que devia ser efeito de drogas, bebidas, etc, mas pra mim o olhar dele foi de desespero, como se o outro fosse bater nele, e não ajudá-lo. Hoje vi uma moça atropelada na rua, caída em plena Pedroso de Moraes. Me chateia, quero chorar, e choro, na rua, dando motivos para todos acharem que eu sou louca! Não! Não sou eu a louca, ao menos não a única!

Bem, na Virada pegamos um pouco do Sidney Magal. Me decepcionei porque ele ficou enrolando cantando músicas de todo mundo, e não as dele, mas temos que admitir: o cara tem um gogó fenomenal.



Eu quero fazer algo pra ajudar, algo pro mundo, mas não sei o quê, ou por onde começar.

Tenho vários projetos, cabeça à mil. Aliás, tanto, que de noite estava fogo pra dormir. Era como se várias vozes falassem pra não me deixar dormir. São muitas dúvidas, incertezas, inseguranças, um amor sufocado, muitas decepções, sonhos que não chego nem perto de alcançar. O desemprego, a falta de grana pra tudo, a TV ligada. Agradeço todos os dias pela saúde, que graças a Deus está em ordem, comigo e com minha filhota, ao menos. Mas a gente precisa sim dos outros fatores para estarmos bem, em equilíbrio.

Pra fechar, enquanto eu passava ali na República, um monte de rapazes começaram a cantar a música da Lady Gaga, quando me viram! haha Achei o máximo. Parecia até que viram como fui à festa à fantasia de um amigo! kk Abaixo:

                                                                         
Mi, a noivinha, Rê, a Punky - a levada da breca, e eu, de Lady Gaga.


 
Adorei!!


Beijos

terça-feira, 14 de abril de 2009

De tudo um pouco

De tudo um pouco eu tenho sentido por estes dias...

Sentimentos de renovação, tentar renovar as energias para sentir as coisas fluindo, pensar mais positivo, ver o lado bom da coisa, que todo mundo diz que sempre tem...

Tenho procurado soluções para esta minha situação de desempregada, pois, por mais que eu tenha tido experiências desde que a Lívia nasceu, às vezes chego a desconsiderar todas elas, de tanto que eu trocaria todas elas por estar fixa, desde então, até o presente momento e muito mais.

Chega a ser ambíguo pois, parada eu estou, mando currículo para vagas de figurantes, promoção, eventos, auxiliar de vendas, assistente, até para aquelas que seriam dos meus sonhos, como assistente/analista de marketing, entre outras... Chamar me chamam até para vaga de Gerente, agora, para vagas para as quais eu seria mais adaptada, não... Aí eu fico triste, claro, tenho planos que nunca são concretizados por falta de resolução, financeiramente falando, principalmente. Então vem alguém e exalta suas qualidades, que vc é isso, aquilo...e aí vc se sente um lixo ainda maior por ser tudo isso e muito mais, e inutilizável.

Enquanto isso as empresas continuam não sabendo atender seus clientes, a treinar sua força de vendas e linha de frente ao consumidor, lembrado que consumidor não é só aquele que entra e compra, é tb aquele que sai e pode voltar e/ou indicar, e são também os fornecedores, a própria equipe.

E enquanto isso os recrutadores continuam com o clichê de que retornarão tanto na positiva quanto na negativa, e nada muda, não para melhor...

Eh Brasil, tenho até pena do que fazem de você!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Descaso Jade

O que não se pode chamar de caso, chama-se descaso.

E é isso o que acontece com a Jade. Não falo de nenhuma personagem de novela não. Mas de uma jovem, batalhadora, que mostrou seu talento e garra diante das telinhas de um mundo inteiro, por diversas vezes.

Agora a menina precisa de cuidados e o clube não está nem aí pra ela.



Sábado ela esteve no programa Altas Horas, do Serginho Groisman, e foi questionada quanto à rigidez e cobrança conhecidamente severas, e ela confessou existirem mesmo e não só dos técnicos mas de toda a comissão.

Eu sei mais ou menos como a coisa toda é pela experiência que tivemos com coreógrafos, na época do Coral. A cobrança por parte dos regentes era motivadora, recebida como estímulo, o que não acontecia com a parte corporal da coisa.
No site oficial dela você pode acompanhar a campanha "Ajude a Jade" e colaborar com a mesma!
As camisetas de Pequim estão em promoção, voltadas ao objetivo de arrecadar a quantia necessária ao tratamento da jovem!
Deprimente, hein, pessoas? Deprimente, hein, sem dedo? Ops, Sr. Presidente eleito!